Douglas Reis


OÙ UN COEUR FROIDE RECHERCHE POUVOIR

Um medo abala a espinha e abala o gesto,

Turvando o olhar, turvando a experiência

E a lividez arcana da indolência

Desanima a ambição de um ar modesto.

Resta algo em mim e, dentro deste resto,

O choro fez singela resistência

A toda forma de conveniência;

E o fulgor da alegria é um fulgor lesto.

O único Benefício e paz sentida,

Em se tratando da época de pranto,

Minha alma encontra em um Salvador Santo.

Na Sua singeleza arde um encanto,

Porque a paz, uma vez que é recebida,

Em bênçãos se traduz por toda a vida.



Escrito por Douglas Reis às 10h49
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Série Moisés: TEXTOS PARA HOJE

 

SUFOCANDO A VOZ DE DEUS

B em-vindo ao novo reality-show da televisão brasileira – 24 horas com o profeta! Durante nossos próximos programas estaremos acompanhando cada momento do dia de um servo de Deus. Ele se encontra confinado em sua caverna, onde estão instaladas 10 câmeras, para não perdemos nada – desde o momento em que pela manhã ele lava a sua longa barba num lago, até quando tem suas visões espetaculares.

Parece justamente que agora neste instante, novos participantes estão entrando na casa. Vamos acompanhar isto de perto:

“E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o Senhor me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balãao.”Números 22:8




Escrito por Douglas Reis às 17h07
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REWIND

Para benefício de nossos telespectadores, apresentaremos a seguir um tape mostrando o que aconteceu nos episódios anteriores: Cerca de quarenta anos antes, Iavé, o Deus Único, convocou Moisés para através dele libertar o Seu povo escravizado pela nação egípcia. A certa altura, Deus declarou ao Seu libertador:

“Executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor”. Êxodo 12:12 up.

O Êxodo foi também uma auto-revelação divina e um juízo contra o Egito. De tão notórias, as pragas que deram a liberdade aos filhos de Jacó tornaram o nome de Deus difundido até entre os cananitas. Séculos mais tarde, uma prostituta chamada Raabe, disse aos espias israelitas que acabara de esconder dos agentes de segurança de Jericó:

“Porque temos ouvido que o Senhor secou as águas do Mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito […] Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o Senhor, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo da terra.”

Se Raabe pintava com cores vivas o pânico coletivo que a presença dos israelitas causou nos habitantes de Canaã, podemos dizer que eles tinham razões de sobra para temerem! Deus ordenou a Seu povo que destruísse a todos aqueles povos de além do Jordão (Números 33:51, 52, 55, 56).




Escrito por Douglas Reis às 17h04
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MUITO PRAZER, EU SOU O MEDO!

Uma raça que pareceu infundir pânico total às demais era a dos anaquitas. O próprio Jeová preveniu Moisés a respeito dos anaquitas nestes termos:

“Ouve, ó Israel, tu passas, hoje, o Jordão para entrares a possuir nações maiores e mais fortes do que tu; cidades grandes e amuralhadas até os céus; povo grande e alto, filhos dos anaquins, que tu conheces e de que já ouvistes: Quem poderá resistir aos filhos de Enaque?” Deuteronômio 9:1e 2.

Você pode até se perguntar: “Mas como um Deus de amor pode incumbir um povo de matar outro? Deus tem algum prazer na guerra e no sofrimento dos inocentes?”

“Não é por causa da tua justiça, nem pela retitude de teu coração que entras a possuir a sua terra, mas pela maldade destas nações que o Senhor, teu Deus, as lança de ti.” Deuteronômio 9:5.

“O Senhor fez com que os moradores dessas cidades teimassem em lutar contra o povo de Israel, para que, assim, fossem completamente destruídos e mortos sem dó nem piedade. O Senhor havia ordenado isso a Moisés.” Josué 11:20, NTLH.

Deus permitiu que os cananitas mantivessem sua rejeição ao que conheciam a respeito Dele. Deus não os forçou a Lhe obedecerem, nem amenizou o Seu julgamento contra os crimes daquelas pessoas.

Se compararmos Deuteronômios 2:20 com Gênesis 14:5 e 6, veremos que as mesmas nações interelacionadas aparecem em ambos os textos: refains, zuzins (ou zazumins), emins e anaquitas. Essas nações de gigantes tiveram contato com Abraão. Logo, conheciam algo do Deus de Abraão.

Quando o patriarca hebreu saiu em uma expedição de resgate do sobrinho Ló, feito prisioneiro de guerra, acabou desequilibrando um conflito em andamento e favorecendo àquelas quatro nações. Sem dúvida, o caráter despretensioso e nobre de Abraão, durante a divisão de despojos e sua vida de devoção passaram a ser mais bem apreciados.

No entanto, o testemunho de Abraão não foi suficiente para por fim à imoralidade de Sodoma e Gomorra, que terminaram julgadas por atingirem a medida de iniqüidade. Aos cananitas, haveria ainda um tempo de graça. Todavia, tanto Deus sabia que os habitantes de Canaã continuariam impenitentes, que fizera a promessa a Abraão que a sua descendência ocuparia a terra deles (Gênesis 15:20).




Escrito por Douglas Reis às 17h03
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ENCONTRO COM OS GIGANTES

Depois do Êxodo, Moisés comissionou 12 espiões para conhecerem a terra de Canaã e trazerem um relatório sobre ela. A maioria de nós conhece a reação de 10 desses homens. (Números 13:22, 28, 32 e 33). Suas descrições se parecem com um resmungo infantil e exagerado próprio de um bando de covardes! Mas eles realmente estavam exagerando?

Nos seus últimos discursos, relembrando de algumas conquistas do passado, Moisés fala de Ogue, “rei de Basã”, que “ficou do resto dos gigantes”.

Uma relíquia de guerra nos ajuda a entender quem eram os refains e os demais gigantes dos quais a Bíblia tanto fala: a cama de Ogue tinha nove côvados de comprimento por quatro de largura – aproximadamente quatro metros e meio por dois! Que espécie de homem devia ser aquele que um dia se deitara em uma cama dessas proporções?

Devemos lembrar que Og é apenas um dentre uma raça – era como enfrentar um exército de Shaquiles O’neal! Para completar, anos mais tarde, já sob a liderança de Josué, os filhos de José recearam avançar contra os anaquins porque, além de serem gigantes e terem cidades altamente fortificadas, possuíam as melhores armas de destruição em massa existentes na época – os carros de ferro! Josué 17:14-18.

Existe um fato que nos ajuda a recordar o grau de depravação a que desceram as nações de gigantes e seus conterrâneos: Hebron, que Calebe conquistou havia sido a cidade de Quiriat-Arbá (Juízes 1:20); nesta região se encontrava o vale de hinom, lugar que por séculos abrigou o culto ao deus Moloque.

Moleque, como parece ter sido seu nome original, também é chamado de Milcon. Era o deus cananita do fogo. No vale de Hinom crianças eram mortas por seus pais e seus corpos eram oferecidos nos braços incendiados de uma imagem de Moleque, que as consumia. Até mesmo o sábio rei Salomão participou desta forma aviltante de idolatria. Josias em seus dias proibiu os sacrifícios a Moleque no vale de Hinom.

Bem desenvolvidos fisicamente, moralmente corruptos, providos de um arsenal impressionante e muito bem protegidos por cidades inexpugnáveis – esses eram os gigantes da Bíblia. Israel deveria desapossá-los de Canaã, cumprindo com a ordem de Deus. Seria isso possível?




Escrito por Douglas Reis às 17h01
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A VITÓRIA SOBRE OS GIGANTES E SUA REPERCURSÃO

“Então, voltaram e subiram o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, ele e todo o seu povo, à peleja em Edrei. Disse o Senhor a Moisés: Não o temas, porque eu o dei na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e a sua terra; e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amoreus, que habitava em Hesbom. De tal maneira o feriram, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou; e tomaram posse da terra. Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó. Viu pois Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus; Moabe teve grande medo deste povo, porque era muito; e andava angustiado por causa dos filhos de Israel. ” Números 21:33-22:3

Não muito longe do local da batalha, Balaque, um rei moabita, acompanhava a cobertura completa do evento pela TV a cabo. E o que viu não lhe deixou satisfeito. Uma rápida consulta ao mapa da região indicava que a próxima rota por onde o exército israelita passaria era justamente a sua terra! Champlin comenta um pouco sobre como as notícias devem ter chegado ao temeroso Balaque:

“Embora os antigos não dispusessem de meios de comunicação em massa, eles contavam com rotas comerciais, espiões e mensageiros. E assim as notícias varavam distâncias com bastante rapidez. A matança sofrida pelos amorreus chamaram a atenção de Balaque.”

Eis a pior notícia que Balaque poderia receber: Israel era um povo que tinha uma sombra de quarenta anos de vitória quando chegou na planície de Moabe!

“Não nos é dito o mês quando os filhos de Israel acamparam na planície de Moabe, mas geralmente se pensa que foi próximo ao fim do 40º ano [desde a saída do Egito] quando partiram das montanhas de Pisga ou Abarim (caps. 21:30; 33:48). A planície abrange uns 150 km2.”




Escrito por Douglas Reis às 17h01
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A LIGA EXTRAORDINÁRIA

Mais do que depressa, Balaque formou uma liga Moabe-Midiã para enfrentar aquele desafio (v.4). Provavelmente, foi preciso usar de muita habilidade política para tanto, uma vez que

“Os moabitas eram aparentados do povo de Israel (VER Gên. 19:26,27), e sem dúvida estariam livres do ataque; mas Balaque forçou a situação e criou hostilidade.”

Depois de alguma burocracia, os representantes de ambos os lados chegaram a um consenso sobre o que fazer:

“Enviou ele [Balaque] mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio Eufrates, na terra dos filhos de do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra e está morando defronte de mim. Vem pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.” Números 22:5 e 6

Para Balaque e seus aliados, a única forma de conter o avanço do povo santo era amaldiçoá-lo. Para o serviço, ele tinha o homem certo: Balaão. Esperando que o encantador de aluguel cumprisse com o esperado, o rei Balaque assinou um cheque para o “preço dos encantamentos” (Números 22:7).

E foi justamente aí neste ponto que começamos! Neste exato momento, os emissários de Balaque estão entrando na escura caverna de uma personalidade curiosa; estamos falando de um homem que apesar de falar com Deus será pago para amaldiçoar o povo de Deus!

Ao receber a comissão de Balaque, Balaão exibe suas qualificações profissionais. Seus ouvidos escutam avidamente a proposta e seus olhos erguem-se diante do brilho das jóias preciosas. Mas há um detalhe: Balaão não é um embusteiro – não, senhor! Ali estava alguém que, de fato, tinha conhecimento (ao menos parcial) sobre o Deus Verdadeiro. Balaão sabe que terá de levar o assunto ao Senhor antes de assinar o contrato.

Esta é uma daquelas ocasiões solenes com as quais a Palavra de Deus nos brinda: um homem irá conversar com o Todo-Poderoso. Não tenho dúvidas de que Deus ainda continua falando a nós hoje – apenas as formas de Se comunicar conosco mudaram. Se é verdade que ganhamos toda vez em que paramos para ouvir a voz do Senhor, também é  verdade que ganhamos igualmente ao considerar o que Deus comunicou a outras pessoas e está conservado nas Sagradas Escrituras.

Acompanhe comigo este diálogo. Tenho certeza de que as frases divinas continuam capazes de inspirar muitas reflexões, como fizeram com Balaão.




Escrito por Douglas Reis às 17h00
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TRÊS IMPORTANTES RECADOS

Embora a oferta fosse muito atraente, Balaão não estava disposto a aceitá-la antes de consultar a Deus. Por isso, os mensageiros de Balaque foram obrigados a passarem aquela noite com o profeta. Somente pela manhã, Balaão lhes daria uma reposta. Naquela mesma noite, a Bíblia afirma que “Veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?” Números 22:9.

Você não acha isto curioso? Por que um Deus que sabe de todas as coisas teria necessidade de pedir informação a respeito de alguém? O Senhor realmente precisava que Balaão lhe explicasse quem eram os seus hóspedes? Penso que não. Aquilo era apenas uma antiga estratégia divina.

Tome como exemplo a queda do homem. Ao pecar, Adão corre para detrás de um arbusto. Passeando pelo jardim do Éden, na “viração do dia”, Deus se dirige à Sua criatura: “Ei, Adão! Pode parar de se esconder, seu rebelde! Já o achei, e agora vamos conversar sobre o que você fez.” É assim que está escrito na sua Bíblia? Ah, é claro que não!

Quando o homem pecou, a primeira coisa que Deus lhe disse foi “Onde estás?” (Gênesis 3:9). Desde então, parece que Deus tem usado de perguntas, mesmo quando conhece as respostas. Através de perguntas, o Criador dá a oportunidade para que a criatura reflita em suas ações.

Num outro diálogo famoso, Deus pergunta a Caim a razão para o seu semblante estar alterado (Gen. 4:6), ainda que conhecesse o ódio que ele nutria por seu irmão Abel. Para o profeta desanimado, Deus dirige uma pergunta incisa: “Que fazes aqui, Elias?” (I Reis 19:13). Perguntar sempre fez parte da estratégia divina para alcançar o homem.

“Quem são estes homens contigo, Balaão? Com que tipo de gente você está andando? A que influências você está se expondo?” Deus nos ama tanto que, ainda hoje, tem Se preocupado quando damos a algo que nos afasta dEle permissão para entrar em nossa mente.

É comum que em nosso meio social, estejamos em contato com pessoas que não respeitam a Deus e aos Seus mandamentos. Isso não pode ser desconsiderado. “As más conversações corrompem os bons costumes”, dizia o apóstolo.




Escrito por Douglas Reis às 16h57
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O FATOR  AMBIENTE

Os ambientes que freqüentamos, a literatura que escolhemos, os programas televisivos a que assistimos, os sites nos quais navegamos – todas essas coisas exercem influência sobre nós, seja em maior ou menor grau.

Você não pode decidir como determinada hábito irá afetar a sua vida – mas pode decidir se quer ou não manter tal hábito. Se, por exemplo, certo tipo de música não vem contribuindo para o seu crescimento espiritual, você não poderá lutar contra os seus efeitos sobre a sua mente enquanto persistir em escutá-la; parar de ouvi-la é bem mais fácil!

Você pode até pensar: “Mas o que posso fazer quando aquilo que me rodeia me sugere pensamentos impróprios e eu não vejo um jeito para evitá-los?”; “Como escapar da influência mundana, quando sou o único cristão no meu ambiente de trabalho?”; “É possível resistir à sensualidade em meio a um campus universitário?”

A Bíblia nos ensina a não fazer nenhuma associação deliberada com algo ou alguém que possa nos afastar de Deus. Mas, ao mesmo tempo, Deus nos assegura graça especial para resistirmos à tentação. O que Deus não faz é conceder Seu auxílio para aquele que por sua própria conta e risco se expõe ao mal, conhecendo o risco de se afastar de dEle. Justamente esse era o caso de Balaão:

Balaão tinha um discurso preparado. Sabia o que dizer para o Todo-Poderoso. Ele tentou ao máximo enrolar e desconversar. “Homens aqui na minha casa? Ah sim, como eu pude me esquecer! Esse pessoal só está de passagem – vieram pedir para que eu amaldiçoe o Seu povo, nada demais…”Deus não “caiu na conversa”.




Escrito por Douglas Reis às 16h56
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MANDA QUEM PODE…

 “[…] não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado.” Números 22:12.

Era uma ordem: “Não, Balaão, por mais que você queira, Eu não o deixo partir.” Reconhecer a Cristo como nosso Senhor engloba aceitar o Seu plano específico para nós como melhor do que a nossa vontade. Deus é sempre Soberano. Quando Ele nos diz: “ponha os pés na estrada”, devemos nos apressar; mas quando a ordem for ficar e esperar, esse é o melhor a ser feito.

Numa ocasião, eu caminhava pelas ruas de São Luís, em direção ao endereço de um pequeno grupo, quando o Senhor me falou: “Vá e ore com aquele homem.” Fiquei assustado; não conhecia o homem, nem achei que poderia simplesmente dizer: “Deus me mandou aqui para orar com você.” Passei reto, mas a mesma voz continuava: “Volte e ore com aquele homem.” Eu voltei – perguntei as horas e fui embora sem-graça.

Mas a mesma voz persistia: “Não mandei você perguntar as horas; volte e ore com aquele homem.” Pela segunda vez eu voltei e tornei a conversar com aquele homem. Descobri que ele era segurança de um prédio e evangélico. Ali mesmo, no seu lugar de trabalho, nós dois oramos. Nunca mais me encontrei com ele, mas Deus tinha os Seus motivos quando me fez parar e orar com o homem.

Muito a contra-gosto, Balaão acordou cedo e teve de despedir os porta-vozes de Balaque. Por mais que em seu coração quisesse ser um “amaldiçoador temporário”, Balaão não o pode – Deus lhe proibira. Quando sua delegação retornou sozinha, Balaque julgou que a recusa de Balaão fosse uma forma de barganhar seus préstimos.




Escrito por Douglas Reis às 16h56
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A INSISTÊNCIA DA TENTAÇÃO

Uma nova comitiva é enviada – ainda mais imponente do que a primeira. O rei moabita rasgou o cheque anterior e preencheu uma nova folha, contendo algarismos bem mais atraentes. E a cena se repete: uma nova comissão bate a porta do lar do profeta. Novamente Balaão, que conhecia qual era a vontade de Jeová, persistiu em seu pretexto de consultá-Lo – porém, o que o vidente queria era a Sua permissão para ir.

“Veio, pois, o Senhor a Balaão, de noite e disse-lhe: Se aqueles homens vieram chamar-te, vai com eles; todavia, farás somente o que eu te disser.” Números 22:20.

Da primeira vez, a voz divina emitira uma ordem direta: “Não irás!” Agora, o Senhor nem ao menos Se esforça para convencer Balaão a não ir. Afinal, Sua vontade era bem sabida; a questão não estava no campo do conhecimento e, sim, das decisões.

Você e eu fomos feitos livres para decidir por qualquer coisa que queiramos. Algumas escolhas são mera “questão de gosto”: camisa branca ou vermelha? Férias na praia ou no campo? Pêssego ou morango? Qualquer reposta para este tipo de pergunta afetará sua vida com menor ou maior impacto. Mas existem outras decisões que podem definir o nosso relacionamento com Deus e, conseqüentemente, nosso destino eterno.

Nosso Senhor respeita as escolhas que fazemos, até quando são equivocadas. Nosso Pai de Amor não interfere ao ver o momento em que, a despeito da luz que temos, você e eu preferimos o prazer ao correto, o fácil ao lícito ou o popular ao justo.

Naquele instante, Balaão não estava buscando uma direção da parte de Deus, porque isto ele possuía. Seu esforço foi no sentido de convencer Deus a mudar de idéia. Seria tão bom se Deus nos ouvisse mais, não é? Como gostaríamos de ver o sinal verde para todos os nossos desejos!

Gosto de como o Senhor lida com esse impulso humano. Balaão argumenta e Deus nada Lhe acrescenta. Não se fazia necessário. Deus estava dizendo o seguinte: “Balaão, você sabe o que penso a respeito. Mas se você quer tanto ir, vá, seu teimoso! Eu não me responsabilizo pelo que pode acontecer, porque Eu avisei você.”

Deus não nos impede de pecar. Se clamamos quando tentados, temos todo auxílio celestial. O cristão jamais tem razão para se sentir desamparado. Mas, se desconsideramos a verdade conhecida e seguimos os néons do pecado, nenhum anjo segura nossos pés. 




Escrito por Douglas Reis às 16h55
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A CAMPANHIA ESTÁ TOCANDO…

Você e eu não estamos num reality show, cercados por câmeras transmitindo nossa vida em tempo real a telespectadores curiosos. Nem por isso estamos sozinhos. Há um Deus, que do alto em que habita, toma tempo para nos acompanhar em cada lance da jornada.

Deus não nos vigia para nos punir no primeiro erro cometido. Ele quer mesmo é oferecer Seus largos ombros para chorarmos a perda de um ente querido. Quer nos abraçar e sorrir conosco ao alcançamos uma promoção ou passamos no vestibular. Quer participar de nossa vida e auxiliar na tomada de decisões positivas.

Talvez você queira um pouco mais de tempo para pensar, antes de assumir um compromisso que parece – e de fato é – tão sério; mas como você suportaria mais um minuto sequer completamente perdido numa estrada sem placas, quando o Melhor Guia lhe oferece os Seus serviços?

A demora pode custar mais sofrimentos. Compensa se apegar à âncora do orgulho se o barco está afundando?

O maior privilégio de que alguém pode desfrutar é conhecer a vontade de Deus e corresponder a ela. Aliás, quem afirma isto é o próprio Todo-Poderoso:

Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” Jeremias 9:23 e 24.

Agora mesmo você está ouvindo? É a campanhia. As mãos eternas estão batendo palmas. Você escuta Alguém chamando o seu nome de forma amável. Deus quer entrar em sua vida. Seria você capaz de abafar a voz de Quem enfrentou a tortura, o desprezo, a afronta, os maus-tratos e a cruz em seu lugar?

Por que não se render ao Salvador Jesus sem esperar mais?



Escrito por Douglas Reis às 16h50
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UMA VIDA A SER RELEMBRADA

 

 

 

 

De um estábulo pouco convidativo a uma vizinhança barra-pesada. Incompreendido, embora compreensivo. Honesto e acusado de charlatanismo. Conhecedor das Escrituras, conquanto o considerassem um desordeiro. Em todos os pontos, a existência terrestre do Salvador impressiona. Como deve te sido penoso para o ser mais Puro do universo viver entre pecadores! Medite nisto ao ler os textos dessa semana.




Escrito por Douglas Reis às 09h49
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A MORTE DO MAR (CANÇÃO DOS MENINOS DE NAZARÉ)

Fora do vilarejo, a cuidar do interesse

Egoísta, até que O assistem quando ata uma faixa

Na asa da ave avariada em vôo. Ao chão Se abaixa,

Dando à paciente que da poça a haustos bebesse.

“De que ele tem medo enfim? Por que vive desse

Jeito? Traz sempre graxa em seu braço. Acaso acha

Que é perfeito?” E ao labor prossegue: “Lenhas racha

A assoviar hinos (que a mãe fez com que aprendesse);

“Despreza o nosso interesse!” Ouve o escárnio extenso;

Do que dizem trapio, asseio há nisto e gosto,

Que a um camponês falta aparato e não bom-senso!

E enquanto a lua expulsa o azul, um grupo absorto

Espia o pranto que causaram ao seu rosto

– Jesus pega o pardal de que cuidou já morto…




Escrito por Douglas Reis às 09h38
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A MORTE DO MAR EM RAZÃO

              [TRECHOS]

Matizes de intolerância,

Cenhos obcecados;

Ódio e ânsia,

Movidos pelos pecados,

No jardim da mais triste fragrância.

Há rastros de um Homem que anda

Com dificuldade.

Dor nefanda

(Repleta de adversidade)

E o inimigo se achega e ciranda.

Espectro de palidez

Contempla o castigo,

Murcha a tez,

Como se à mó visse o trigo…

Mas com fé se decide outra vez

Latejar de mãos feridas;

Levanta-se o lenho

– São sofridas

Horas de maior empenho

Nas quais busca salvar tantas vidas.

                    [...]




Escrito por Douglas Reis às 09h34
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